O congresso será organizado em torno de Painéis/Grupos de Trabalhos

Os painéis/grupos de trabalho (GT) do Congresso Internacional sobre Culturas conformam, desde sua primeira edição, uma comunidade de pesquisadoras e pesquisadores a partir de interesses interdisciplinares no âmbito das culturas. Durante o congresso, os painéis/GT são espaços dedicados a apresentações de resultados de investigações ou daquelas em andamento, bem como de análises que conferem perspectivas singulares sobre temas preconizados em cada GT. As apresentações são secundadas por debates abertos aos participantes do evento.

João Teixeira Lopes (U.Porto)

Urbano Sidoncha (UBI)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

De que forma poderão as políticas culturais contribuir para o aprofundamento da democracia?

Que ferramentas poderemos criar para dar resposta às desigualdades no acesso à produção e fruição cultural?

Que papel poderão ter os coletivos artísticos, movimentos sociais e iniciativas de base comunitária na redefinição das políticas culturais?

Que desafios e oportunidades se perfilam para a participação cidadã nos processos de decisão cultural?

Como poderão as políticas culturais responder à diversidade cultural e às mudanças sociais contemporâneas?

1.

Políticas para a Cultura e a Democracia

Num momento em que a democracia enfrenta novos desafios, é urgente que repensemos o papel da cultura como espaço de resistência, mediação e construção democrática. Este Painel / Grupo de Trabalho propõe-se reunir contributos que analisem políticas culturais públicas e comunitárias, analisem os seus impactos sociais e debatam os seus limites e potencialidades. Pretendemos promover um diálogo entre experiências de diferentes países lusófonos, valorizando práticas inovadoras e críticas que revelem a cultura como direito e bem comum.

Aceitam-se propostas que articulem teoria e prática, estudos de caso, análises comparadas e experiências locais que iluminem o papel da cultura na promoção de democracias mais justas, diversas e participativas.

Comissão Científica:

Guilherme Varela (UFBA)

Lia Calabre (Casa Ruy)

Rita Aragão (UFBA)

Rosa Cabecinhas (U. Minho)

Sónia de Sá (UBI)

Jorge Gato (U.Porto)

Isabel Macedo (U.Minho)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

De que formas poderá a cultura promover a inclusão e combater o racismo, o sexismo e a lgbtfobia?

Como são representadas (ou silenciadas) as identidades marginalizadas nos discursos culturais dominantes?

Como poderemos desenvolver políticas culturais mais inclusivas e que respeitem os direitos humanos e a pluralidade de vozes?

Que papel têm as expressões artísticas e os saberes subalternizados na disputa por visibilidade e reconhecimento?


Que desafios enfrentam as instituições culturais no acolhimento da diversidade?

2.

Diversidade Cultural e Inclusão: Raça, Género e Sexualidade

A construção de sociedades mais justas exige o reconhecimento e a valorização das múltiplas identidades culturais, étnico-raciais, de género e de sexualidade que compõem o nosso mundo contemporâneo. Este painel convida à reflexão crítica sobre os modos como a cultura pode ser simultaneamente espaço de exclusão e de resistência, bem como instrumento de emancipação e transformação social. Num contexto global marcado por desigualdades estruturais e retrocessos em direitos fundamentais, propomo-nos reunir contributos que analisem discursos, práticas e políticas culturais a partir de perspectivas interseccionais e decoloniais.

Este painel acolhe propostas teóricas e empíricas que abordem estas questões sob uma ótica crítica, interdisciplinar e comprometida com a justiça social, dando voz a experiências, resistências e práticas de inclusão em diferentes contextos lusófonos.

 

Comissão Científica:

Armindo Armando (Uni. Licungo)

João Correia (UBI)

Maria Natália Ramos (UAB)

Paulo Moura (UNESP)

Luciano Moreira (U.Porto)

Messias Guimarães Bandeira (UFBA)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

Como deveremos integrar a cultura nos modelos de desenvolvimento sustentável, tendo em conta as dinâmicas digitais globais?

Em que medida contribuem as redes digitais para a democratização da cultura (ou será que, pelo contrário, acentuam desigualdades)?

Que desafios éticos e políticos se colocam ao uso de tecnologias em contextos culturais?

Como está a inteligência artificial a transformar os modos de produção e consumo cultural?


Que práticas culturais emergem ou poderão emergir da interseção entre comunidades locais e plataformas globais?

3.

Cultura, Desenvolvimento, Redes e Inteligência Artificial

Num momento em que as tecnologias digitais reconfiguram as relações humanas, os processos criativos e os modos de participação cívica, é urgente que compreendamos os seus impactos sobre os valores culturais, as práticas artísticas e o acesso à informação e ao conhecimento. Este painel convida a uma reflexão sobre o cruzamento entre cultura, desenvolvimento e os novos ecossistemas digitais, com especial atenção ao papel das redes e da inteligência artificial na criação, circulação e recepção de conteúdos culturais.

Este painel acolhe comunicações que explorem estas interações sob diferentes perspetivas disciplinares, promovendo um diálogo entre inovação tecnológica, responsabilidade cultural e justiça social nos espaços lusófonos.

Comissão Científica:

Adriano Sampaio (UFBA)

Beto Severino (UFBA)

Lúcia Aquino Queiroz (UFRB)

Rico Soares (UFBA/ALB)

Diana Alves (U.Porto)

Moisés de Lemos Martins (U.Lusófona e U.Minho)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

De que formas poderá a cultura promover a inclusão e combater o racismo, o sexismo e a lgbtfobia?

Como são representadas (ou silenciadas) as identidades marginalizadas nos discursos culturais dominantes?

Que papel têm as expressões artísticas e os saberes subalternizados na disputa por visibilidade e reconhecimento?

Que desafios enfrentam as instituições culturais no acolhimento da diversidade?

Como poderemos desenvolver políticas culturais mais inclusivas e que respeitem os direitos humanos e a pluralidade de vozes?

4.

Cultura, Ciência, Saúde e Bem-Estar

A pandemia evidenciou, de forma incontornável, a interdependência entre saúde, ciência e cultura. Este painel propõe-se explorar as múltiplas conexões entre práticas culturais, produção de conhecimento científico e promoção do bem-estar individual e coletivo, valorizando abordagens integradoras e interdisciplinares. Num mundo em que os desafios para a saúde física e mental são crescentes e diversos, torna-se essencial refletir sobre o papel das expressões culturais, dos saberes tradicionais e das práticas comunitárias na construção de sociedades mais saudáveis, resilientes e solidárias.

Comissão Científica:

Catarina Moura (UBI)

João Luís Lisboa (NOVA)

Josué Barbosa (UFLA)

Paula Guerra
(U.Porto)

Dino D'Santiago

Edilene Matos
(UFBA)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

Como se expressam as culturas urbanas nos diferentes contextos lusófonos?

Como são apropriados e ressignificados os espaços públicos através da arte?

Que tensões existem entre institucionalização cultural e expressões artísticas populares ou marginais?

Que formas de arte emergem nos espaços urbanos como resposta a desigualdades sociais, raciais e territoriais?

Como poderão as políticas culturais apoiar a diversidade e vitalidade das expressões urbanas?

5.

Culturas Urbanas e Expressões Artísticas

As cidades são territórios vivos onde se entrecruzam fluxos culturais, práticas artísticas e disputas simbólicas. Este painel propõe uma reflexão crítica sobre as culturas urbanas enquanto formas de expressão, resistência e imaginação coletiva, com especial atenção às linguagens artísticas que emergem dos espaços urbanos e às dinâmicas sociais que lhes dão forma. Em tempos de crescente urbanização, gentrificação e segmentação espacial, torna-se urgente pensar a cidade como lugar de cultura e de confronto entre visões de mundo diversas. A rua, o bairro, o grafite, a música, o corpo em movimento: tudo isto são formas de intervir no espaço e de comunicar identidades, pertenças e reivindicações.

Comissão Científica:

Daniela Fonseca (UTAD)

Idalina Sidoncha (UBI)

Renata Pitombo (UFRB)

 

Isabel Menezes (U.Porto)

Martins Mapera (UniSom)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

Que estratégias pedagógicas promovem verdadeiramente a interculturalidade nas escolas e universidades?

Como poderão ser integrados os saberes e as vozes de grupos historicamente marginalizados nos currículos?

De que modo poderão os contextos educativos contribuir para o combate ao racismo, à xenofobia e à discriminação?

Como deveremos formar educadores/as para a diversidade cultural em contextos marcados por desigualdades?

Que papel desempenham as línguas e as expressões culturais na promoção da cidadania intercultural?

6.

Educação para a Interculturalidade

A educação é um campo estratégico para o reconhecimento da diversidade e a construção de sociedades mais justas e inclusivas. Este painel propõe uma reflexão sobre práticas educativas que valorizem o diálogo intercultural, combatam preconceitos e promovam o respeito pelas diferenças culturais, étnico-raciais, religiosas, linguísticas e de género. Num mundo marcado por migrações, desigualdades históricas e tensões identitárias, é urgente que pensemos a educação como espaço de encontro, escuta e transformação, implementando uma pedagogia crítica que questione hierarquias culturais e promova a justiça cognitiva.

Este painel acolhe propostas teóricas e práticas que pensem a educação como espaço de transformação social, reconhecendo a diversidade como riqueza e oportunidade para o pensamento crítico e o diálogo entre culturas.

Comissão Científica:

António Braço (Uni. Licungo)

Luciano Simões (UFRB)

Regina Brito (Mackenzie)

Susana Costa (UAC)

Fátima Vieira (U.Porto)

Albino Rubim (UFBA)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

A universidade tem sabido reconhecer e valorizar os saberes culturais diversos, incluindo os saberes populares, tradicionais e indígenas?

Como se relacionam as atividades científicas, artísticas e culturais no espaço académico?

Em um mundo cada vez ameaçado por desigualdades, autoritarismos, sanções, tensões, violências, guerras e genocídios, qual deve ser a missão das universidades e das culturas?

Como poderemos garantir o acesso democrático à produção e fruição cultural no contexto universitário?

Que modelos de extensão cultural poderão fortalecer a ligação entre a universidade e as comunidades?

Que lugar têm as humanidades, as artes e as práticas culturais nos currículos e na vida universitária?

7.

Universidade, Lugar de Cultura

A universidade, para além de ser espaço de produção e difusão de conhecimento, é também um lugar de cultura: de criação, de memória, de crítica e de imaginação social. Este painel propõe-se pensar o papel das universidades como instituições culturais que podem (e devem) contribuir para a valorização da diversidade, promover o diálogo entre saberes e contribuir para a transformação social. Num tempo em que o conhecimento enfrenta desafios éticos, políticos e epistemológicos, é fundamental que debatamos a missão cultural da universidade e a sua responsabilidade na articulação entre ciência, arte e comunidade.

Este painel acolhe propostas que reflitam sobre experiências institucionais, projetos interdisciplinares e práticas inovadoras que afirmem a universidade como território de cultura viva, inclusiva e comprometida com a transformação do mundo.

Comissão Científica:

Fernando Mencarelli (UFMG)

Luana Vilutis (UFBA)

Luiz Augusto Rodrigues (UFF)

Mirian Tavares (UAG)

Os painéis/grupos de trabalho (GT) do Congresso Internacional sobre Culturas conformam, desde sua primeira edição, uma comunidade de pesquisadoras e pesquisadores a partir de interesses interdisciplinares no âmbito das culturas. Durante o congresso, os painéis/GT são espaços dedicados a apresentações de resultados de investigações ou daquelas em andamento, bem como de análises que conferem perspectivas singulares sobre temas preconizados em cada GT. As apresentações são secundadas por debates abertos aos participantes do evento.

1.

Políticas para a Cultura e a Democracia

Num momento em que a democracia enfrenta novos desafios, é urgente que repensemos o papel da cultura como espaço de resistência, mediação e construção democrática. Este Painel / Grupo de Trabalho propõe-se reunir contributos que analisem políticas culturais públicas e comunitárias, analisem os seus impactos sociais e debatam os seus limites e potencialidades. Pretendemos promover um diálogo entre experiências de diferentes países lusófonos, valorizando práticas inovadoras e críticas que revelem a cultura como direito e bem comum.

Aceitam-se propostas que articulem teoria e prática, estudos de caso, análises comparadas e experiências locais que iluminem o papel da cultura na promoção de democracias mais justas, diversas e participativas.

João Teixeira Lopes (U.Porto)

Urbano Sidoncha (UBI)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

De que forma poderão as políticas culturais contribuir para o aprofundamento da democracia?

Que ferramentas poderemos criar para dar resposta às desigualdades no acesso à produção e fruição cultural?

Que papel poderão ter os coletivos artísticos, movimentos sociais e iniciativas de base comunitária na redefinição das políticas culturais?

Que desafios e oportunidades se perfilam para a participação cidadã nos processos de decisão cultural?

Como poderão as políticas culturais responder à diversidade cultural e às mudanças sociais contemporâneas?

 

Comissão Científica:
Guilherme Varela (UFBA)
Lia Calabre (Casa Ruy)
Rita Aragão (UFBA)
Rosa Cabecinhas (U. Minho)
Sónia de Sá (UBI)

2.

Diversidade Cultural e Inclusão: Raça, Género e Sexualidade

A construção de sociedades mais justas exige o reconhecimento e a valorização das múltiplas identidades culturais, étnico-raciais, de género e de sexualidade que compõem o nosso mundo contemporâneo. Este painel convida à reflexão crítica sobre os modos como a cultura pode ser simultaneamente espaço de exclusão e de resistência, bem como instrumento de emancipação e transformação social. Num contexto global marcado por desigualdades estruturais e retrocessos em direitos fundamentais, propomo-nos reunir contributos que analisem discursos, práticas e políticas culturais a partir de perspectivas interseccionais e decoloniais.

Este painel acolhe propostas teóricas e empíricas que abordem estas questões sob uma ótica crítica, interdisciplinar e comprometida com a justiça social, dando voz a experiências, resistências e práticas de inclusão em diferentes contextos lusófonos.

 

Jorge Gato (U.Porto)

Isabel Macedo (U.Minho)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:


De que formas poderá a cultura promover a inclusão e combater o racismo, o sexismo e a lgbtfobia?

Como são representadas (ou silenciadas) as identidades marginalizadas nos discursos culturais dominantes?

Como poderemos desenvolver políticas culturais mais inclusivas e que respeitem os direitos humanos e a pluralidade de vozes?

Que papel têm as expressões artísticas e os saberes subalternizados na disputa por visibilidade e reconhecimento?

Que desafios enfrentam as instituições culturais no acolhimento da diversidade?

 

Comissão Científica:
Armindo Armando (Uni. Licungo)
João Correia (UBI)
Maria Natália Ramos (UAB)
Paulo Moura (UNESP)

3.

Cultura, Desenvolvimento, Redes e Inteligência Artificial

Num momento em que as tecnologias digitais reconfiguram as relações humanas, os processos criativos e os modos de participação cívica, é urgente que compreendamos os seus impactos sobre os valores culturais, as práticas artísticas e o acesso à informação e ao conhecimento. Este painel convida a uma reflexão sobre o cruzamento entre cultura, desenvolvimento e os novos ecossistemas digitais, com especial atenção ao papel das redes e da inteligência artificial na criação, circulação e recepção de conteúdos culturais.

Este painel acolhe comunicações que explorem estas interações sob diferentes perspetivas disciplinares, promovendo um diálogo entre inovação tecnológica, responsabilidade cultural e justiça social nos espaços lusófonos.

Luciano Moreira (U.Porto)

Messias Guimarães Bandeira (UFBA)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:


Como deveremos integrar a cultura nos modelos de desenvolvimento sustentável, tendo em conta as dinâmicas digitais globais?

Em que medida contribuem as redes digitais para a democratização da cultura (ou será que, pelo contrário, acentuam desigualdades)?

Que desafios éticos e políticos se colocam ao uso de tecnologias em contextos culturais?
Como está a inteligência artificial a transformar os modos de produção e consumo cultural?

Que práticas culturais emergem ou poderão emergir da interseção entre comunidades locais e plataformas globais?

 

Comissão Científica:
Adriano Sampaio (UFBA)
Beto Severino (UFBA)
Lúcia Aquino Queiroz (UFRB)
Rico Soares (UFBA/ALB)

4.

Cultura, Ciência, Saúde e Bem-Estar

A pandemia evidenciou, de forma incontornável, a interdependência entre saúde, ciência e cultura. Este painel propõe-se explorar as múltiplas conexões entre práticas culturais, produção de conhecimento científico e promoção do bem-estar individual e coletivo, valorizando abordagens integradoras e interdisciplinares. Num mundo em que os desafios para a saúde física e mental são crescentes e diversos, torna-se essencial refletir sobre o papel das expressões culturais, dos saberes tradicionais e das práticas comunitárias na construção de sociedades mais saudáveis, resilientes e solidárias.

Diana Alves (U.Porto)

Moisés de Lemos Martins (U.Lusófona e U.Minho)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

De que formas poderá a cultura promover a inclusão e combater o racismo, o sexismo e a lgbtfobia?

Como são representadas (ou silenciadas) as identidades marginalizadas nos discursos culturais dominantes?

Que papel têm as expressões artísticas e os saberes subalternizados na disputa por visibilidade e reconhecimento?

Que desafios enfrentam as instituições culturais no acolhimento da diversidade?

Como poderemos desenvolver políticas culturais mais inclusivas e que respeitem os direitos humanos e a pluralidade de vozes?

 

Comissão Científica:
Catarina Moura (UBI)
João Luís Lisboa (NOVA)
Josué Barbosa (UFLA)

5.

Culturas Urbanas e Expressões Artísticas

As cidades são territórios vivos onde se entrecruzam fluxos culturais, práticas artísticas e disputas simbólicas. Este painel propõe uma reflexão crítica sobre as culturas urbanas enquanto formas de expressão, resistência e imaginação coletiva, com especial atenção às linguagens artísticas que emergem dos espaços urbanos e às dinâmicas sociais que lhes dão forma. Em tempos de crescente urbanização, gentrificação e segmentação espacial, torna-se urgente pensar a cidade como lugar de cultura e de confronto entre visões de mundo diversas. A rua, o bairro, o grafite, a música, o corpo em movimento: tudo isto são formas de intervir no espaço e de comunicar identidades, pertenças e reivindicações.

Paula Guerra
(U.Porto)

Dino D'Santiago

Edilene Matos
(UFBA)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:


Como se expressam as culturas urbanas nos diferentes contextos lusófonos?

Como são apropriados e ressignificados os espaços públicos através da arte?

Que tensões existem entre institucionalização cultural e expressões artísticas populares ou marginais?

Que formas de arte emergem nos espaços urbanos como resposta a desigualdades sociais, raciais e territoriais?

Como poderão as políticas culturais apoiar a diversidade e vitalidade das expressões urbanas?

 

Comissão Científica:
Daniela Fonseca (UTAD)
Idalina Sidoncha (UBI)
Renata Pitombo (UFRB)

6.

Educação para a Interculturalidade

A educação é um campo estratégico para o reconhecimento da diversidade e a construção de sociedades mais justas e inclusivas. Este painel propõe uma reflexão sobre práticas educativas que valorizem o diálogo intercultural, combatam preconceitos e promovam o respeito pelas diferenças culturais, étnico-raciais, religiosas, linguísticas e de género. Num mundo marcado por migrações, desigualdades históricas e tensões identitárias, é urgente que pensemos a educação como espaço de encontro, escuta e transformação, implementando uma pedagogia crítica que questione hierarquias culturais e promova a justiça cognitiva.

Este painel acolhe propostas teóricas e práticas que pensem a educação como espaço de transformação social, reconhecendo a diversidade como riqueza e oportunidade para o pensamento crítico e o diálogo entre culturas.

Isabel Menezes (U.Porto)

Martins Mapera (UniSom)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

Que estratégias pedagógicas promovem verdadeiramente a interculturalidade nas escolas e universidades?

Como poderão ser integrados os saberes e as vozes de grupos historicamente marginalizados nos currículos?

De que modo poderão os contextos educativos contribuir para o combate ao racismo, à xenofobia e à discriminação?

Como deveremos formar educadores/as para a diversidade cultural em contextos marcados por desigualdades?

Que papel desempenham as línguas e as expressões culturais na promoção da cidadania intercultural?

Comissão Científica:
António Braço (Uni. Licungo)
Luciano Simões (UFRB)
Regina Brito (Mackenzie)
Susana Costa (UAC)

7.

Universidade, Lugar de Cultura

A universidade, para além de ser espaço de produção e difusão de conhecimento, é também um lugar de cultura: de criação, de memória, de crítica e de imaginação social. Este painel propõe-se pensar o papel das universidades como instituições culturais que podem (e devem) contribuir para a valorização da diversidade, promover o diálogo entre saberes e contribuir para a transformação social. Num tempo em que o conhecimento enfrenta desafios éticos, políticos e epistemológicos, é fundamental que debatamos a missão cultural da universidade e a sua responsabilidade na articulação entre ciência, arte e comunidade.

Este painel acolhe propostas que reflitam sobre experiências institucionais, projetos interdisciplinares e práticas inovadoras que afirmem a universidade como território de cultura viva, inclusiva e comprometida com a transformação do mundo.

Fátima Vieira (U.Porto)

Albino Rubim (UFBA)

Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:

A universidade tem sabido reconhecer e valorizar os saberes culturais diversos, incluindo os saberes populares, tradicionais e indígenas?

Como se relacionam as atividades científicas, artísticas e culturais no espaço académico?

Em um mundo cada vez ameaçado por desigualdades, autoritarismos, sanções, tensões, violências, guerras e genocídios, qual deve ser a missão das universidades e das culturas?

Como poderemos garantir o acesso democrático à produção e fruição cultural no contexto universitário?

Que modelos de extensão cultural poderão fortalecer a ligação entre a universidade e as comunidades?

Que lugar têm as humanidades, as artes e as práticas culturais nos currículos e na vida universitária?


Comissão Científica:
Fernando Mencarelli (UFMG)
Luana Vilutis (UFBA)
Luiz Augusto Rodrigues (UFF)
Mirian Tavares (UAG)