Os painéis/grupos de trabalho (GT) do Congresso Internacional sobre Culturas conformam, desde sua primeira edição, uma comunidade de pesquisadoras e pesquisadores a partir de interesses interdisciplinares no âmbito das culturas. Durante o congresso, os painéis/GT são espaços dedicados a apresentações de resultados de investigações ou daquelas em andamento, bem como de análises que conferem perspectivas singulares sobre temas preconizados em cada GT. As apresentações são secundadas por debates abertos aos participantes do evento.


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
De que forma poderão as políticas culturais contribuir para o aprofundamento da democracia?
Que ferramentas poderemos criar para dar resposta às desigualdades no acesso à produção e fruição cultural?
Que papel poderão ter os coletivos artísticos, movimentos sociais e iniciativas de base comunitária na redefinição das políticas culturais?
Que desafios e oportunidades se perfilam para a participação cidadã nos processos de decisão cultural?
Como poderão as políticas culturais responder à diversidade cultural e às mudanças sociais contemporâneas?
Num momento em que a democracia enfrenta novos desafios, é urgente que repensemos o papel da cultura como espaço de resistência, mediação e construção democrática. Este Painel / Grupo de Trabalho propõe-se reunir contributos que analisem políticas culturais públicas e comunitárias, analisem os seus impactos sociais e debatam os seus limites e potencialidades. Pretendemos promover um diálogo entre experiências de diferentes países lusófonos, valorizando práticas inovadoras e críticas que revelem a cultura como direito e bem comum.
Aceitam-se propostas que articulem teoria e prática, estudos de caso, análises comparadas e experiências locais que iluminem o papel da cultura na promoção de democracias mais justas, diversas e participativas.
Comissão Científica:
Guilherme Varela (UFBA)
Lia Calabre (Casa Ruy)
Rita Aragão (UFBA)
Rosa Cabecinhas (U. Minho)
Sónia de Sá (UBI)


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
De que formas poderá a cultura promover a inclusão e combater o racismo, o sexismo e a lgbtfobia?
Como são representadas (ou silenciadas) as identidades marginalizadas nos discursos culturais dominantes?
Como poderemos desenvolver políticas culturais mais inclusivas e que respeitem os direitos humanos e a pluralidade de vozes?
Que papel têm as expressões artísticas e os saberes subalternizados na disputa por visibilidade e reconhecimento?
Que desafios enfrentam as instituições culturais no acolhimento da diversidade?
A construção de sociedades mais justas exige o reconhecimento e a valorização das múltiplas identidades culturais, étnico-raciais, de género e de sexualidade que compõem o nosso mundo contemporâneo. Este painel convida à reflexão crítica sobre os modos como a cultura pode ser simultaneamente espaço de exclusão e de resistência, bem como instrumento de emancipação e transformação social. Num contexto global marcado por desigualdades estruturais e retrocessos em direitos fundamentais, propomo-nos reunir contributos que analisem discursos, práticas e políticas culturais a partir de perspectivas interseccionais e decoloniais.
Este painel acolhe propostas teóricas e empíricas que abordem estas questões sob uma ótica crítica, interdisciplinar e comprometida com a justiça social, dando voz a experiências, resistências e práticas de inclusão em diferentes contextos lusófonos.
Comissão Científica:
Armindo Armando (Uni. Licungo)
João Correia (UBI)
Maria Natália Ramos (UAB)
Paulo Moura (UNESP)


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
Como deveremos integrar a cultura nos modelos de desenvolvimento sustentável, tendo em conta as dinâmicas digitais globais?
Em que medida contribuem as redes digitais para a democratização da cultura (ou será que, pelo contrário, acentuam desigualdades)?
Que desafios éticos e políticos se colocam ao uso de tecnologias em contextos culturais?
Como está a inteligência artificial a transformar os modos de produção e consumo cultural?
Que práticas culturais emergem ou poderão emergir da interseção entre comunidades locais e plataformas globais?
Num momento em que as tecnologias digitais reconfiguram as relações humanas, os processos criativos e os modos de participação cívica, é urgente que compreendamos os seus impactos sobre os valores culturais, as práticas artísticas e o acesso à informação e ao conhecimento. Este painel convida a uma reflexão sobre o cruzamento entre cultura, desenvolvimento e os novos ecossistemas digitais, com especial atenção ao papel das redes e da inteligência artificial na criação, circulação e recepção de conteúdos culturais.
Este painel acolhe comunicações que explorem estas interações sob diferentes perspetivas disciplinares, promovendo um diálogo entre inovação tecnológica, responsabilidade cultural e justiça social nos espaços lusófonos.
Comissão Científica:
Adriano Sampaio (UFBA)
Beto Severino (UFBA)
Lúcia Aquino Queiroz (UFRB)
Rico Soares (UFBA/ALB)


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
De que formas poderá a cultura promover a inclusão e combater o racismo, o sexismo e a lgbtfobia?
Como são representadas (ou silenciadas) as identidades marginalizadas nos discursos culturais dominantes?
Que papel têm as expressões artísticas e os saberes subalternizados na disputa por visibilidade e reconhecimento?
Que desafios enfrentam as instituições culturais no acolhimento da diversidade?
Como poderemos desenvolver políticas culturais mais inclusivas e que respeitem os direitos humanos e a pluralidade de vozes?
A pandemia evidenciou, de forma incontornável, a interdependência entre saúde, ciência e cultura. Este painel propõe-se explorar as múltiplas conexões entre práticas culturais, produção de conhecimento científico e promoção do bem-estar individual e coletivo, valorizando abordagens integradoras e interdisciplinares. Num mundo em que os desafios para a saúde física e mental são crescentes e diversos, torna-se essencial refletir sobre o papel das expressões culturais, dos saberes tradicionais e das práticas comunitárias na construção de sociedades mais saudáveis, resilientes e solidárias.
Comissão Científica:
Catarina Moura (UBI)
João Luís Lisboa (NOVA)
Josué Barbosa (UFLA)



Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
Como se expressam as culturas urbanas nos diferentes contextos lusófonos?
Como são apropriados e ressignificados os espaços públicos através da arte?
Que tensões existem entre institucionalização cultural e expressões artísticas populares ou marginais?
Que formas de arte emergem nos espaços urbanos como resposta a desigualdades sociais, raciais e territoriais?
Como poderão as políticas culturais apoiar a diversidade e vitalidade das expressões urbanas?
As cidades são territórios vivos onde se entrecruzam fluxos culturais, práticas artísticas e disputas simbólicas. Este painel propõe uma reflexão crítica sobre as culturas urbanas enquanto formas de expressão, resistência e imaginação coletiva, com especial atenção às linguagens artísticas que emergem dos espaços urbanos e às dinâmicas sociais que lhes dão forma. Em tempos de crescente urbanização, gentrificação e segmentação espacial, torna-se urgente pensar a cidade como lugar de cultura e de confronto entre visões de mundo diversas. A rua, o bairro, o grafite, a música, o corpo em movimento: tudo isto são formas de intervir no espaço e de comunicar identidades, pertenças e reivindicações.
Comissão Científica:
Daniela Fonseca (UTAD)
Idalina Sidoncha (UBI)
Renata Pitombo (UFRB)


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
Que estratégias pedagógicas promovem verdadeiramente a interculturalidade nas escolas e universidades?
Como poderão ser integrados os saberes e as vozes de grupos historicamente marginalizados nos currículos?
De que modo poderão os contextos educativos contribuir para o combate ao racismo, à xenofobia e à discriminação?
Como deveremos formar educadores/as para a diversidade cultural em contextos marcados por desigualdades?
Que papel desempenham as línguas e as expressões culturais na promoção da cidadania intercultural?
A educação é um campo estratégico para o reconhecimento da diversidade e a construção de sociedades mais justas e inclusivas. Este painel propõe uma reflexão sobre práticas educativas que valorizem o diálogo intercultural, combatam preconceitos e promovam o respeito pelas diferenças culturais, étnico-raciais, religiosas, linguísticas e de género. Num mundo marcado por migrações, desigualdades históricas e tensões identitárias, é urgente que pensemos a educação como espaço de encontro, escuta e transformação, implementando uma pedagogia crítica que questione hierarquias culturais e promova a justiça cognitiva.
Este painel acolhe propostas teóricas e práticas que pensem a educação como espaço de transformação social, reconhecendo a diversidade como riqueza e oportunidade para o pensamento crítico e o diálogo entre culturas.
Comissão Científica:
António Braço (Uni. Licungo)
Luciano Simões (UFRB)
Regina Brito (Mackenzie)
Susana Costa (UAC)


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
A universidade tem sabido reconhecer e valorizar os saberes culturais diversos, incluindo os saberes populares, tradicionais e indígenas?
Como se relacionam as atividades científicas, artísticas e culturais no espaço académico?
Em um mundo cada vez ameaçado por desigualdades, autoritarismos, sanções, tensões, violências, guerras e genocídios, qual deve ser a missão das universidades e das culturas?
Como poderemos garantir o acesso democrático à produção e fruição cultural no contexto universitário?
Que modelos de extensão cultural poderão fortalecer a ligação entre a universidade e as comunidades?
Que lugar têm as humanidades, as artes e as práticas culturais nos currículos e na vida universitária?
A universidade, para além de ser espaço de produção e difusão de conhecimento, é também um lugar de cultura: de criação, de memória, de crítica e de imaginação social. Este painel propõe-se pensar o papel das universidades como instituições culturais que podem (e devem) contribuir para a valorização da diversidade, promover o diálogo entre saberes e contribuir para a transformação social. Num tempo em que o conhecimento enfrenta desafios éticos, políticos e epistemológicos, é fundamental que debatamos a missão cultural da universidade e a sua responsabilidade na articulação entre ciência, arte e comunidade.
Este painel acolhe propostas que reflitam sobre experiências institucionais, projetos interdisciplinares e práticas inovadoras que afirmem a universidade como território de cultura viva, inclusiva e comprometida com a transformação do mundo.
Comissão Científica:
Fernando Mencarelli (UFMG)
Luana Vilutis (UFBA)
Luiz Augusto Rodrigues (UFF)
Mirian Tavares (UAG)
Os painéis/grupos de trabalho (GT) do Congresso Internacional sobre Culturas conformam, desde sua primeira edição, uma comunidade de pesquisadoras e pesquisadores a partir de interesses interdisciplinares no âmbito das culturas. Durante o congresso, os painéis/GT são espaços dedicados a apresentações de resultados de investigações ou daquelas em andamento, bem como de análises que conferem perspectivas singulares sobre temas preconizados em cada GT. As apresentações são secundadas por debates abertos aos participantes do evento.
Num momento em que a democracia enfrenta novos desafios, é urgente que repensemos o papel da cultura como espaço de resistência, mediação e construção democrática. Este Painel / Grupo de Trabalho propõe-se reunir contributos que analisem políticas culturais públicas e comunitárias, analisem os seus impactos sociais e debatam os seus limites e potencialidades. Pretendemos promover um diálogo entre experiências de diferentes países lusófonos, valorizando práticas inovadoras e críticas que revelem a cultura como direito e bem comum.
Aceitam-se propostas que articulem teoria e prática, estudos de caso, análises comparadas e experiências locais que iluminem o papel da cultura na promoção de democracias mais justas, diversas e participativas.


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
De que forma poderão as políticas culturais contribuir para o aprofundamento da democracia?
Que ferramentas poderemos criar para dar resposta às desigualdades no acesso à produção e fruição cultural?
Que papel poderão ter os coletivos artísticos, movimentos sociais e iniciativas de base comunitária na redefinição das políticas culturais?
Que desafios e oportunidades se perfilam para a participação cidadã nos processos de decisão cultural?
Como poderão as políticas culturais responder à diversidade cultural e às mudanças sociais contemporâneas?
Comissão Científica:
Guilherme Varela (UFBA)
Lia Calabre (Casa Ruy)
Rita Aragão (UFBA)
Rosa Cabecinhas (U. Minho)
Sónia de Sá (UBI)
A construção de sociedades mais justas exige o reconhecimento e a valorização das múltiplas identidades culturais, étnico-raciais, de género e de sexualidade que compõem o nosso mundo contemporâneo. Este painel convida à reflexão crítica sobre os modos como a cultura pode ser simultaneamente espaço de exclusão e de resistência, bem como instrumento de emancipação e transformação social. Num contexto global marcado por desigualdades estruturais e retrocessos em direitos fundamentais, propomo-nos reunir contributos que analisem discursos, práticas e políticas culturais a partir de perspectivas interseccionais e decoloniais.
Este painel acolhe propostas teóricas e empíricas que abordem estas questões sob uma ótica crítica, interdisciplinar e comprometida com a justiça social, dando voz a experiências, resistências e práticas de inclusão em diferentes contextos lusófonos.


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
De que formas poderá a cultura promover a inclusão e combater o racismo, o sexismo e a lgbtfobia?
Como são representadas (ou silenciadas) as identidades marginalizadas nos discursos culturais dominantes?
Como poderemos desenvolver políticas culturais mais inclusivas e que respeitem os direitos humanos e a pluralidade de vozes?
Que papel têm as expressões artísticas e os saberes subalternizados na disputa por visibilidade e reconhecimento?
Que desafios enfrentam as instituições culturais no acolhimento da diversidade?
Comissão Científica:
Armindo Armando (Uni. Licungo)
João Correia (UBI)
Maria Natália Ramos (UAB)
Paulo Moura (UNESP)
Num momento em que as tecnologias digitais reconfiguram as relações humanas, os processos criativos e os modos de participação cívica, é urgente que compreendamos os seus impactos sobre os valores culturais, as práticas artísticas e o acesso à informação e ao conhecimento. Este painel convida a uma reflexão sobre o cruzamento entre cultura, desenvolvimento e os novos ecossistemas digitais, com especial atenção ao papel das redes e da inteligência artificial na criação, circulação e recepção de conteúdos culturais.
Este painel acolhe comunicações que explorem estas interações sob diferentes perspetivas disciplinares, promovendo um diálogo entre inovação tecnológica, responsabilidade cultural e justiça social nos espaços lusófonos.


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
Como deveremos integrar a cultura nos modelos de desenvolvimento sustentável, tendo em conta as dinâmicas digitais globais?
Em que medida contribuem as redes digitais para a democratização da cultura (ou será que, pelo contrário, acentuam desigualdades)?
Que desafios éticos e políticos se colocam ao uso de tecnologias em contextos culturais?
Como está a inteligência artificial a transformar os modos de produção e consumo cultural?
Que práticas culturais emergem ou poderão emergir da interseção entre comunidades locais e plataformas globais?
Comissão Científica:
Adriano Sampaio (UFBA)
Beto Severino (UFBA)
Lúcia Aquino Queiroz (UFRB)
Rico Soares (UFBA/ALB)
A pandemia evidenciou, de forma incontornável, a interdependência entre saúde, ciência e cultura. Este painel propõe-se explorar as múltiplas conexões entre práticas culturais, produção de conhecimento científico e promoção do bem-estar individual e coletivo, valorizando abordagens integradoras e interdisciplinares. Num mundo em que os desafios para a saúde física e mental são crescentes e diversos, torna-se essencial refletir sobre o papel das expressões culturais, dos saberes tradicionais e das práticas comunitárias na construção de sociedades mais saudáveis, resilientes e solidárias.


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
De que formas poderá a cultura promover a inclusão e combater o racismo, o sexismo e a lgbtfobia?
Como são representadas (ou silenciadas) as identidades marginalizadas nos discursos culturais dominantes?
Que papel têm as expressões artísticas e os saberes subalternizados na disputa por visibilidade e reconhecimento?
Que desafios enfrentam as instituições culturais no acolhimento da diversidade?
Como poderemos desenvolver políticas culturais mais inclusivas e que respeitem os direitos humanos e a pluralidade de vozes?
Comissão Científica:
Catarina Moura (UBI)
João Luís Lisboa (NOVA)
Josué Barbosa (UFLA)
As cidades são territórios vivos onde se entrecruzam fluxos culturais, práticas artísticas e disputas simbólicas. Este painel propõe uma reflexão crítica sobre as culturas urbanas enquanto formas de expressão, resistência e imaginação coletiva, com especial atenção às linguagens artísticas que emergem dos espaços urbanos e às dinâmicas sociais que lhes dão forma. Em tempos de crescente urbanização, gentrificação e segmentação espacial, torna-se urgente pensar a cidade como lugar de cultura e de confronto entre visões de mundo diversas. A rua, o bairro, o grafite, a música, o corpo em movimento: tudo isto são formas de intervir no espaço e de comunicar identidades, pertenças e reivindicações.



Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
Como se expressam as culturas urbanas nos diferentes contextos lusófonos?
Como são apropriados e ressignificados os espaços públicos através da arte?
Que tensões existem entre institucionalização cultural e expressões artísticas populares ou marginais?
Que formas de arte emergem nos espaços urbanos como resposta a desigualdades sociais, raciais e territoriais?
Como poderão as políticas culturais apoiar a diversidade e vitalidade das expressões urbanas?
Comissão Científica:
Daniela Fonseca (UTAD)
Idalina Sidoncha (UBI)
Renata Pitombo (UFRB)
A educação é um campo estratégico para o reconhecimento da diversidade e a construção de sociedades mais justas e inclusivas. Este painel propõe uma reflexão sobre práticas educativas que valorizem o diálogo intercultural, combatam preconceitos e promovam o respeito pelas diferenças culturais, étnico-raciais, religiosas, linguísticas e de género. Num mundo marcado por migrações, desigualdades históricas e tensões identitárias, é urgente que pensemos a educação como espaço de encontro, escuta e transformação, implementando uma pedagogia crítica que questione hierarquias culturais e promova a justiça cognitiva.
Este painel acolhe propostas teóricas e práticas que pensem a educação como espaço de transformação social, reconhecendo a diversidade como riqueza e oportunidade para o pensamento crítico e o diálogo entre culturas.


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
Que estratégias pedagógicas promovem verdadeiramente a interculturalidade nas escolas e universidades?
Como poderão ser integrados os saberes e as vozes de grupos historicamente marginalizados nos currículos?
De que modo poderão os contextos educativos contribuir para o combate ao racismo, à xenofobia e à discriminação?
Como deveremos formar educadores/as para a diversidade cultural em contextos marcados por desigualdades?
Que papel desempenham as línguas e as expressões culturais na promoção da cidadania intercultural?
Comissão Científica:
António Braço (Uni. Licungo)
Luciano Simões (UFRB)
Regina Brito (Mackenzie)
Susana Costa (UAC)
A universidade, para além de ser espaço de produção e difusão de conhecimento, é também um lugar de cultura: de criação, de memória, de crítica e de imaginação social. Este painel propõe-se pensar o papel das universidades como instituições culturais que podem (e devem) contribuir para a valorização da diversidade, promover o diálogo entre saberes e contribuir para a transformação social. Num tempo em que o conhecimento enfrenta desafios éticos, políticos e epistemológicos, é fundamental que debatamos a missão cultural da universidade e a sua responsabilidade na articulação entre ciência, arte e comunidade.
Este painel acolhe propostas que reflitam sobre experiências institucionais, projetos interdisciplinares e práticas inovadoras que afirmem a universidade como território de cultura viva, inclusiva e comprometida com a transformação do mundo.


Procuramos respostas da comunidade académica a questões como:
A universidade tem sabido reconhecer e valorizar os saberes culturais diversos, incluindo os saberes populares, tradicionais e indígenas?
Como se relacionam as atividades científicas, artísticas e culturais no espaço académico?
Em um mundo cada vez ameaçado por desigualdades, autoritarismos, sanções, tensões, violências, guerras e genocídios, qual deve ser a missão das universidades e das culturas?
Como poderemos garantir o acesso democrático à produção e fruição cultural no contexto universitário?
Que modelos de extensão cultural poderão fortalecer a ligação entre a universidade e as comunidades?
Que lugar têm as humanidades, as artes e as práticas culturais nos currículos e na vida universitária?
Comissão Científica:
Fernando Mencarelli (UFMG)
Luana Vilutis (UFBA)
Luiz Augusto Rodrigues (UFF)
Mirian Tavares (UAG)
| Apresentador(es) | Comunicação | Horário | Sala |
|---|---|---|---|
| Paulo Celso Moura | Institucionalização do campo da cultura na Unesp | 11:40 | O7 |
| Mônica Rebecca Ferrari Nunes | Cultura, memória e utopias nos povos de rua de São Paulo | 14:00 | O2 |
| Marília Palmeira de Souza | Virada autorrepresentativa: artistas indígenas contemporâneos e os museus brasileiros | 14:10 | O2 |
| Matheus de Simone | Ponto Cruising: cartografias têxteis da pegação em espaços litorâneos | 14:20 | O2 |
| Rui Zicai João | Noites Molhadas Nocturnas e a Construção da Masculinidade: uma Perspectiva Antropológica no distrito de Cahora Bassa, Moçambique | 14:30 | O2 |
| Mayla Montoia | As mulheres como agentes transnacionais na imigração portuguesa para o Brasil | 14:40 | O2 |
| Ana Clara Vega Martinez Veras Ferreira | Carnaval é coisa Séria: Pensando as políticas públicas para o Carnaval de rua na cidade do Rio de Janeiro desde 2009 até hoje | 14:00 | O1 |
| Márcia Patrícia Barbosa da Silva | Incluir Através da proximidade: um olhar sobre as Políticas Culturais | 14:10 | O1 |
| Ana Luísa de Oliveira dos Santos | Por outras maternidades em deriva | 14:20 | O1 |
| Amanda Menezes Freire | Políticas culturais municipais e participação cidadã: o caso do PROMIC em Londrina/PR como ferramenta de resistência democrática | 14:30 | O1 |
| Luiza Coelho Ambrósio | Cultura dos Objetos: Educação Intercultural e Ressignificação de Lugares Étnicos pela Produção de Conhecimentos Técnicos no Brasil entre a Colônia e o Império | 14:00 | O6 |
| Edna Maria de Paula Araújo | Educação Patrimonial e Ambiental: uma abordagem interdisciplinar na Escola Estadual de Tempo Integral Dr. Leopoldo Ambrósio Filho, Cáceres-MT | 14:10 | O6 |
| Midian Angélica Monteiro Garcia | Arquivos, Restos e Paisagens | 14:00 | O5 |
| Cristina Cunha de Araújo | As Primeiras Posturas Municipais de Teresina, 1867: Elementos legisladores do espaço urbano? | 14:10 | O5 |
| Beatriz Ferreira Pires | Digressões sobre o Não-Lugar: de espaços de passagem a espaços não perceptivos | 14:20 | O5 |
| Leandro Franklin Gorsdorf | Artivismo e Curitiba: espaço público e experiências da visibilidade (imagem, gesto e voz) | 14:30 | O5 |
| Maria de Fátima Pires Cerqueira Machado de Santana | Diálogos interdisciplinares entre a Universidade e o campo da moda: reflexões contemporâneas | 14:00 | O7 |
| Mary Weinstein | Lugar para se falar das culturas, de casas e de cidades | 14:10 | O7 |
| Naudiney de Castro Gonçalves | Memória Institucional do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sobral - SINDSEMS | 14:20 | O7 |
| Lorena Cerqueira Porto | Gestão e Sustentabilidade de coletivos culturais periféricos: uma experiência de formação | 14:30 | O7 |
| Josué Humberto Barbosa | Biografias Docentes na Extensão Universitária: Memória e Saberes Docentes para a Formação de Professores da Educação Básica no Brasil | 14:40 | O7 |
| Cristiani Maximiliano | Trajes Germânicos e Design: Uma leitura sobre Funções, Cultura e Identidade | 14:00 | O4 |
| Carlos Alberto de Melo Silva Mota | "O Porto do silêncio que fala e grita": o alternativo Boquitas Rouge e contracultura no jornalismo brasileiro dos anos 1970 | 14:10 | O4 |
| Emanuel J Santos | A Cartomancia como objeto cultural, em um viés académico | 14:20 | O4 |
| Luiz Filipe Noia Santos da Silva | A Torcida do Esporte Clube Bahia como Patrimônio Imaterial: Entre práticas culturais, memória coletiva e identidade popular | 14:30 | O4 |
| Aline Sales Santos | Colagens de Silvana Mendes: narrativas negras e reimaginação da memória escravocrata | 16:00 | O2 |
| Bruna Andressa Osmari | Corpos gordos entre culturas: a estética Hallyu e seus efeitos no consumo de moda no Brasil e na Coreia do Sul | 16:10 | O2 |
| Isabelle Oliveira Ribeiro de Jesus | Inquietações de um corpo potente | 16:20 | O2 |
| Idalina Sidoncha | A cultura como texto: uma teoria interpretativa | 16:30 | O2 |
| Jaqueline Dulce Moreira (vídeo) | Estratégia Transmedia Storytelling nos museus: narrativas, engajamento e inclusão da diversidade cultural no discurso museal | 16:40 | O2 |
| Ezequias Alves | Escrevivência e Território: oficinas literárias em comunidades de Salvador como prática de reexistência | 16:00 | O5 |
| Telma Rebouças de Almeida | A poética de Bule-Bule: diálogo entre o sertão e o recôncavo | 16:10 | O5 |
| Adriano Pinto Coelho | Comunicação, Consumo e Literatura: O consumo simbólico da violência na auto ficção de Édouard Louis | 16:20 | O5 |
| Leila Silvia Latuf Seixas Tourinho | Nordeste Ficção: letra, canção e discurso sobre a invenção nordestina | 16:30 | O5 |
| Giuliane Sampaio | Projeto editorial assémico numa prespectiva artística inclusiva – redescobri a Escrita à Mão como prática de uma linguagem em (Des)construção | 16:30 | O5 |
| Luís Bourscheidt | Ensino de Música e decolonialidade: propondo novas abordagens curriculares para a educação básica brasileira | 16:00 | O6 |
| Marcela Pedersen & Melina Scheuermann | Tensionar o olhar hegemônico: Educação crítica à branquitude a partir da cultura visual como gesto antirracista | 16:10 | O6 |
| Adolfo Alexandre | O povo Lomwé, sua expansão e a influência da modernização nos seus hábitos costumes | 16:20 | O6 |
| Edna Maria de Paulo Araújo | Educação Interdisciplinar e Patrimônio Biocultural: experiências pedagógicas na Escola Dr. Leopoldo Ambrósio Filho, em Cáceres, Mato Grosso - Brasil | 16:30 | O6 |
| Fabrício José Fernandino | Tiradentes Passado Presente: lugar de memória, lugar de cultura | 16:00 | O7 |
| Carla Maria Ferreira Nogueira | Experiências Interculturais entre a Agência Experimental de Comunicação e Cultura (UFBA) e o Terreiro Bate Folha | 16:10 | O7 |
| Rodrigo Moura de Souza | A fotografia no contexto do patrimônio cultural: Experiência Interinstitucional IPHAN-UFBA | 16:20 | O7 |
| Hélia Bracons | Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes da Universidade Lusófona: Caminhos de Inclusão e de afirmação dos Direitos Humanos | 16:30 | O7 |
| Altevir da Silva Júnior | Construindo Lugares de Cultura: a Filosofia palpável entre a linguagem, prática e sustentabilidade | 16:40 | O7 |
| Renato Fonseca de Arruda | UNEMAT como Espaço de Cultura Viva: Museus, Patrimônio e Diálogo de Saberes (2000-2022) | 16:50 | O7 |
| Gabriela Cleveston Gelain | Onde o punk encontra a cumbia: Bazuros e o circuito "latino" em São Paulo | 16:00 | O4 |
| Flavia Figari (Não vai apresentar) | Duelo Público a través de la performance: Del activismo al artivismo: Un estudio de casos en Uruguay | 16:10 | O4 |
| Jovani Dala Bernardina | Espaço público e insurgência artística: entre visibilidade institucional e invisibilidades sociais | 16:20 | O4 |
| Yaskara Donizeti Manzini | O rito de corte como preservação do conhecimento aquilombado nas escolas de samba | 16:30 | O4 |
| Lucas Wink | Sobre tradição, institucionalização e repercussão da arte de construir bombos e caixas no Fundão: reflexões sobre agentes e processos de patrimonialização | 16:40 | O4 |
| Elenice Martins Barros Castro | Entrecruzamentos de práticas rituais: a experiência dos Arturos no cortejo urbano | 16:50 | O4 |
| Breno da Silva Carvalho | Divulgação científica de produções culturais brasileiras como estratégia comunicacional insurgente e democrática | 16:00 | O1 |
| Bárbara Rafaela Baganha Peixoto | O Museu obriga-nos a repensar algo? - O exercício reflexivo entendido como instrumento democrático | 16:10 | O1 |
| Thiago Lima de Souza & Juliana Bioche | Reexistências Culturais na Amazônia: A Bienal como Prática Democrática e Política | 16:20 | O1 |
| Laura Ribeiro & Jorge Paulo Andrade (podem apresentar meia hora, por serem dois) | Humanidades em Medicina | 16:00 | O3 |
| Apresentador(es) | Comunicação | Horário | Sala |
|---|---|---|---|
| Ivana Vivas da Cruz de Oliveira | Spotify no Brasil. Consumo, Formas de Remuneração e o Caso "Envolver" da Cantora Anitta | 11:00 | O3 |
| Cassio Ozires Zanforlin Bondia Martinez | Dá para falar em Literacia de Plataforma? Letramentos e afetos nos ambientes plataformizados | 11:10 | O3 |
| Ricardo de Araujo Soares | A arte na era da Inteligência Artificial: Sujeições, transgressões e resistências | 11:20 | O3 |
| Andreia Pintassilgo | Média-arte Digital E Património Imaterial: Desafios E Oportunidades Na Convergência Entre Tecnologia, Sustentabilidade E Justiça Social, O Caso Mãe Soberana – Nossa Senhora Da Piedade, Loulé | 11:30 | O3 |
| Raquel Gonzaga Ramos | Conteúdo sob a perspectiva do olhar feminino: análise ás narrativas de viagem em livros de autoras portuguesas contemporâneas | 11:00 | O2 |
| Desirée Vitória Vigas Melo | Agenda 2030 e teorias da conspiração no Youtube: Discursos da extrema-direita brasileira | 11:00 | O2 |
| Leandro de Sousa Almeida | Lourdes Ramalho e o Trovador Encantado: mulheres e dis/u-topismos ibero-judaicos no cenário da Inquisição Portuguesa no século XVI | 11:10 | O2 |
| Alfredo José Lopes | “Entre regras e desejos: etnografia híbrida de uma comunidade swinger no Brasil no contexto da cibercultura” | 11:20 | O2 |
| Ana Isabel Moreira | Currículo oficial para a prática educativa: (que) diversidade a partir da História? | 11:00 | O6 |
| Vinicius Contin Carabolante | Comunicar para ultrapassar fronteiras: a importância da inclusão linguística na integração de educandos/as imigrantes | 11:10 | O6 |
| Maria Erenilda da Silva | Escola, lugar e referência cultural: caminhos para a promoção da interculturalidade a partir das vivências dos alunos | 11:20 | O6 |
| Ana Beatriz Couto Rezende | Babilônia em Movimento: Reggae como expressão do Atlântico Negro na Selva de Pedra | 11:00 | O5 |
| Fabiola Cauduro da Rocha | Ecossistema Cultural do Maranhão | 11:10 | O5 |
| Matheus Guimarães Costa | "Espelho D'Água": Refazendo Cartografias, Imagens e Imaginários a partir do artesanato no portal do Sertão (Ba) | 11:20 | O5 |
| Cláudia Cristina da Silva Fontineles | Ser ou não crocodilo num contexto de exacerbação do individualismo? História e literatura em Assis Brasil | 11:30 | O5 |
| Bianca Kaizer de Oliveira | Espaços culturais universitários e democracia cultural: Pistas para pensar a universidade como lugar de cultura | 11:00 | O7 |
| Alexandre Santos Arantes de Souza | Plano de Arte e Cultura da UFPB: caminhos metodológicos de uma política cultural universitária | 11:10 | O7 |
| Mónica Ribeiro | Elaboração de Política de Cultura: a experiência da Universidade Federal de Minas Gerais | 11:20 | O7 |
| Apresentador(es) | Comunicação | Horário | Sala |
|---|---|---|---|
| Marcello Gaiani Bragatto | Da Frequência à Resistência: Rádios populares, tecnologias digitais e a força cultural das periferias | 14:30 | Sala 5 |
| Marcelo de Sousa Neto | Festas populares e a construção de identidades: práticas comemorativas e resistência em periferias urbanas | 14:45 | Sala 5 |
| Alice dos Prazeres Pereira dos Santos | Bugiada e Mouriscada: lendas, rituais e tensões no espaço público de Sobrado | 15h00 | Sala 5 |
| Andressa Jove Godoy | Leituras e Releituras do Cânone Literário no Pós-25 de Abril: Inovação e Tradição no Currículo para o Ensino Secundário | 14:30 | Sala 6 |
| Marina Castelo Branco Leite Jucá | Leitura como ato político-jurídico: enfrentando a seletividade histórica na formação intercultural em Direito | 14:45 | Sala 6 |
| Manuela de Castro | Eu não sei desenhar! | 15:00 | Sala 6 |
| Beatriz Tavares Soares de Miranda | A educação como mecanismo de agência cultural: perspectivas à luz da Pedagogia do Pós-Método e do Letramento Crítico | 15:15 | Sala 6 |
| Karina de Fátima Gomes | Relatos que atravessam o tempo: "Ainda Estou Aqui" como política de memória e formação democrática no espaço lusófono | 14:30 | Sala 1 |
| Bruna Estes Gomes Yamashita | Cirandas de políticas: figurações entre Cultura e Educação na construção do direito cultural como prática democrática | 14:45 | Sala 1 |
| Cinthya Marques do Nascimento | Estela Campos: um percurso poético entre linhas, territórios e narrativas | 15:00 | Sala 1 |
| Flora Maravalhas | Co-design e políticas culturais em Portugal: o processo de desenho do Compromisso de Impacto Social das Organizações Culturais | 15:15 | Sala 1 |
| Mamadou Gaye | Discurso Político e Identidade Cultural: Género e Raça nos discursos de posse presidenciais do Brasil, da França e do Senegal (1981 - 2023) | 14:30 | Sala 2 |
| Cláudia Cambraia | A informação na cultura digital | 15:00 | Sala 2 |
| Gessica Correia Borges | Colunistas negras no Jornal Público: um olhar sobre as escrevivências insubmissas de Cristina Roldão | 15:15 | Sala 2 |
| Thalyta Vasconcelos de Siqueira | Entre a casa e o cemitério: o espaço como cárcere simbólico da mulher nos contos de Lygia Fagundes Telles e Lídia Jorge | 14:45 | Sala 3 |
| Inês Salvador | Quando elas escrevem: protagonistas femininas nas telenovelas luso-brasileiras | 15:00 | Sala 3 |
| Filipa Monteiro | "Casamento na Aldeia" de Sarah Affonso: Enquanto uma Apropriação para a Identidade nacional | 15:15 | Sala 3 |
| Fábio Quintal Ornelas | Cultura e gestão da qualidade numa universidade da ultraperiferia da Europa | 14:30 | Sala 7 |
| Mauricio Barth | Universidade e cidadania cultural: a atuação da Feevale na operacionalização da Lei Paulo Gustavo no Rio Grande do Sul/Brasil | 14:45 | Sala 7 |
| Alice Balbé | Memória e património no contexto de um desastre climático | 15:00 | Sala 7 |
| Margarida Isabel Almeida | Matriz - projecto cultural de, para e com as comunidades da Universidade de Aveiro | 15:15 | Sala 7 |
| Apresentador(es) | Comunicação | Horário | Sala |
|---|---|---|---|
| Francisco Manuel Morais Mesquita | Fotografia vs imagem por AI: um caso de descolamento da rotina | 16:15 | Sala 4 |
| Max Freitas Bittencourt | Documentário Universitário Margem Seca: o processo emancipatório da produção audiovisual no extracampo da imagem | 16:30 | Sala 4 |
| Eduardo Paschoal | Representações das periferias nos filmes brasileiros catalogados pela Cinémathèque Idéale des banlieues du monde | 16:45 | Sala 4 |
| Marta Azevedo | Desenhar Protestos: O cartaz como ferramenta de expressão da agência política das crianças | 17:00 | Sala 4 |
| João Moreira | A imagética da Revolução de Abril nos manuais escolares | 16:15 | Sala 1 |
| Gil Duarte Ribeiro | Madrugada das Canções dos Cravos: os Festivais RTP da Canção de 1974 e 1975 | 16:30 | Sala 1 |
| Pedro Menezes | Património colonial do Porto e suas controvérsias: a memória em disputa na paisagem urbana | 16:45 | Sala 1 |
| Joana Caetano | A Cultura na Construção da Democracia, segundo o Governo de 100 dias de Maria de Lourdes Pintasilgo | 17:00 | Sala 1 |
| Janaina Teles Fernandes | O papel das Mulheres na construção da Pedagogia do Movimento Sem Terra | 16:15 | Sala 2 |
| Jubrael Mesquita da Silva | Trajetórias em perspectivas da geohistória: Acervo, Patrimônio Histórico e cultural em Tefé-Amazonas | 16:45 | Sala 2 |
| Maria da Conceição Ramos | Mobilidade Internacional no Ensino Superior, Diversidade Cultural e Inclusão: Perspetivas e Desafios Contemporâneos | 17:00 | Sala 2 |
| Catarina Sampaio | Lugares de resistência: cultura, género e reexistência nas narrativas de mulheres refugiadas em Portugal | ||
| Gonçalo Furtado | Cultura urbana, arquitectura | 16:15 | Sala 3 |
| Anabela Costa Leão | Diálogos entre Cultura, Desenvolvimento Sustentável e IA | 16:30 | Sala 3 |
| Marina Castelo Branco Leite Jucá | O Efeito Matilda como dispositivo cultural de exclusão: do silenciamento à resistência | 16:45 | Sala 3 |
| Apresentador(es) | Comunicação | Horário | Sala |
|---|---|---|---|
| João Batista de Menezes Bittencourt | Rumores do punk no nordeste | 14:30 | Sala 5 |
| Lais Rabello de Andrade | Arquivos Assépticos e Ruínas Curadas: Gentrificação, Toxicidade e Regeneração Cultural na Manifesta 15 | 14:45 | Sala 5 |
| Olga Magano | A invisibilidade da cultura cigana em contextos urbanos em Portugal: mais de quinhentos anos ignorados | 15:00 | Sala 5 |
| Marina de Aguiar Casali Dias | Paisagens tecidas: cidade, exclusão e memória nas representações de Arthur Bispo do Rosário | 15:15 | Sala 5 |
| Cátia Cardoso | Discursos e práticas de democracia cultural em contexto escolar: um olhar sobre atividades desenvolvidas no âmbito de Projectos Culturais de Escola | 14:30 | Sala 1 |
| Fernanda Pimenta | Participação Civil na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura | 14:45 | Sala 1 |
| João Batista de Menezes Bittencourt | Cidadania em construção: Por um modelo emancipatório de regeneração urbana | 15:00 | Sala 1 |
| Lara Piedade Barbosa Gonçalves | O rap feito por mulheres e as resistências feministas de Capicua | 15:15 | Sala 1 |
| Fernando Cambauva Breda | O ambíguo trato com o passado escravista: notas sobre um filme de Kebler Mendonça Filho | 14:30 | Sala 2 |
| Pedro Filipe Teixeira Ribeiro | O Mundo Nôbu de Dino D'Santiago. Trajectos, processos e dinâmicas de integração social através da música | 14:45 | Sala 2 |
| Alexandre dos Santos Lopes | Arte como Defesa e Comunidade | 15:00 | Sala 2 |
| Marina Dias de Faria | Redes de sociabilidade e culturas de cuidado na migração: intersecções entre deficiência, maternidade e exclusão social | 15:15 | Sala 2 |
| Carolina Mendes e Sofia Mesquita | Turismo Cultural Lento e Saúde Mental: O caso das Experiências de Imersão Cultural | 14:30 | Sala 4 |
| Maria do Bom-Sucesso | Oncologia pediátrica em foco: cultura como ferramenta de mudança | 14:45 | Sala 4 |
| Abigail Ascenso | A Galeria da Biodiversidade como espaço de Bem-Estar: Laboratórios de Arte no Museu | 15:00 | Sala 4 |
| Eduardo José Marcos Camilo | Selfie como prática sociocultural: uma reflexão a partir de múltiplas dimensões | 14:30 | Sala 3 |
| Giancarlo Marques Carraro Machado | Fazer-cidade e insurgência urbana: táticas skatistas diante do urbanismo neoliberal | 14:45 | Sala 3 |
| Fábio Pina de Souza | Ruir: Processo artísticos e de experimentação sobre cidade, imagem e memória | 15:00 | Sala 3 |
| Margarida Vaz | "Sou de Rabo de Peixe, mas não tenhas medo": morfologia urbana, o hip-hop e a reconstrução identitária açoriana | 15:15 | Sala 3 |
| Kim Carlotta von Schönfeld | Terceiras Culturas: o que são, e como pode uma educação via métodos artísticos apoiar a sua ligação ao desenvolvimento de utopias e novas práticas | 14:30 | Sala 6 |
| Ana Paula dos Santos de Sá | Promoção da cidadania intercultural no ensino de literaturas no Brasil: o papel das políticas públicas do livro didático | 14:45 | Sala 6 |
| Mariana Holanda Rusu | Corpografias em Ruptura: Feminismo Decolonial e Interseccional para (Re)pensar a Saúde Sexual e Reprodutiva de Corpos do Sul Global | 15:00 | Sala 6 |